Migre do design tradicional para o mundo altamente valorizado do UX/UI.
Desde os aplicativos que usamos para pedir comida até plataformas bancárias e sistemas complexos, o designer de usabilidade está no centro da revolução digital que impacta milhões de pessoas todos os dias. Este livro é o mapa para você entrar nesse jogo — reaproveitando o que já sabe e usando a IA como acelerador.
- 12 capítulos · 4 partes · PDF
- Entrega imediata por e-mail
- Bônus de lançamento: Checklist da Transição para UX/UI

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Ou baixe a amostra grátis (PDF)Três coisas que você leva para o outro lado.
Multiplique seu potencial financeiro
Descubra como migrar para o mercado digital e aumentar seu valor profissional em até 5×. Um guia prático para sair do design tradicional e conquistar oportunidades de alto valor no mundo do UX/UI.
Reaproveite 100% das suas habilidades
Não comece do zero: como designer, você já possui um arsenal de habilidades valiosas. O livro mostra como transformar essas competências em diferenciais no digital e usá-las como alicerce para dominar o UX/UI.
Domine as habilidades do futuro
Do design de aplicativos às plataformas empresariais: aprenda as ferramentas e técnicas que importam agora — incluindo a IA em cada etapa do processo — para se destacar como especialista em experiência do usuário.
Feito para quem está pronto para a virada.
Se você se reconhece em algum destes perfis, este guia foi escrito para você.
Designers gráficos
Quem vem de agência, branding, editorial ou impresso e sente a carreira travar enquanto tudo migra para o digital.
Publicitários e marketing
Profissionais de comunicação que querem entrar em produto digital reaproveitando repertório de campanha, texto e estratégia.
Transição de carreira (27+)
Quem já tem estrada em outra área, passou dos 27, 30, 40 — e quer uma profissão digital, remota e mais bem paga.
Vindos de outras áreas
Arquitetos, jornalistas, professores e afins buscando aprender UX/UI do zero, com método e com a IA a favor.
Freelancers e autônomos
Quem cria por conta própria e quer subir de patamar entrando no mercado de produto, com clientes de maior valor.
Quem quer receber em dólar
Designers que miram trabalho remoto para fora do Brasil e querem multiplicar o valor cobrado pelo próprio trabalho.

Quebre barreiras mentais, aumente a confiança e supere o medo de falhar.
Você pode estar com 30, 35, 40 — e a idade é o detalhe menos importante desta história. O que trava a maioria dos designers não é técnica: é a voz que insiste que talvez seja tarde. O livro começa desmontando exatamente essa voz, com a história real de quem fez a travessia.
Entenda o que te espera nesse novo mercado.
O tamanho do jogo para onde você está migrando — e por que ele segue crescendo.
US$ 1,08 tri
O mercado global de UI/UX cresce cerca de 15,7% ao ano e deve atingir US$ 1.083 bilhões até 2027.
400%
Melhorias no design de UX podem aumentar as taxas de conversão de um site em até 400%.
450 mi+
Mais de 450 milhões de usuários no mundo utilizam ferramentas de design e software voltados para UX/UI.
12 capítulos, quatro partes.
Prefere provar antes? A amostra grátis traz a abertura do livro para você ler agora.
A virada
- 01O convite que eu quase recusei
- 02Por que agora — não aos 20, não aos 50
A ponte
- 03O que muda de verdade
- 04O que você já sabe e nem percebe
- 05Ferramentas que importam (e as que já não importam)
- 06A inteligência artificial a seu favor
- 07A IA em cada etapa do processo
Entrar no jogo
- 08Um portfólio que conta história
- 09Conexões que abrem portas
- 10O primeiro trabalho no digital
Multiplicar
- 11Como eu multipliquei meu salário
- 12Nunca parar de aprender
Quem escreve fez o caminho.

Meu nome é Wellington Mota. Aos 27 anos, eu dividia um quarto de apartamento e emendava dois empregos para fechar o mês. Comecei no design tradicional, em agências e empresas de comunicação — até perceber que o meu caminho estava no digital e decidir migrar para o UX/UI.
Hoje trabalho remoto para empresas de fora do Brasil, recebendo em dólar e em euro, em projetos para marcas como Mitsubishi, KIA e ServiceNow. Atuo como Product Engineer: pesquiso, desenho e entrego produto em código, com IA em cada etapa do processo.
Este livro é parte memória, parte manual de campo — o mapa que eu gostaria de ter recebido quando estava do outro lado da ponte.
Ainda com dúvidas?
“A distância entre aqueles dois parágrafos tem um nome: UX/UI. É ela que este livro conta.”
Eu não tenho experiência em tecnologia. Este livro é para mim?
Sim — ele foi escrito exatamente para quem vem do design tradicional (gráfico, publicidade, editorial) e nunca trabalhou com produto digital. A Parte II mostra o que muda de verdade e o que você já sabe e nem percebe: boa parte do seu repertório é reaproveitável desde o primeiro dia.
Vou precisar de certificações para conseguir vagas em UX/UI?
Não. O mercado contrata por portfólio e repertório, não por diploma. Cursos ajudam a organizar o estudo, mas o que abre portas é prova de trabalho — e o Capítulo 8 mostra como montar um portfólio que conta história mesmo sem clientes digitais.
Quais resultados posso esperar após ler este livro?
Clareza sobre o caminho e um plano concreto: quais habilidades levar, quais ferramentas aprender (incluindo IA), como montar portfólio, onde encontrar o primeiro trabalho e como negociar salário. Sem promessa de emprego em 30 dias — com o método que usei na prática, salto a salto.
Preciso de um software específico para seguir o que é ensinado?
Não. O livro aponta as ferramentas que importam hoje — Figma e as principais ferramentas de IA — e quase todas têm versão gratuita suficiente para estudar. Nenhuma compra extra é obrigatória.
Este livro é útil mesmo se eu já tiver alguma experiência com UI/UX?
Sim. As Partes III e IV (portfólio, conexões, primeiro trabalho e negociação de salário) e os dois capítulos de IA valem também para quem já está no digital e quer acelerar — especialmente se a IA ainda não entrou no seu processo.
Venho da publicidade (ou de outra área, não do design). Este livro serve para mim?
Serve. Publicitários, profissionais de marketing, arquitetos, jornalistas, professores e gente de áreas totalmente diferentes já migraram para UX/UI. O que conta é senso de comunicação, empatia com o usuário e vontade de aprender — e o livro mostra como usar a bagagem que você já tem como ponto de partida, com a IA acelerando o aprendizado.
Tenho mais de 30, 40 anos. Não é tarde demais para migrar para UX/UI?
Não. A maturidade profissional pesa a favor: repertório, visão de negócio e trato com clientes são exatamente o que falta a muitos iniciantes. O Capítulo 2 ('Por que agora — não aos 20, não aos 50') trata disso de frente. Idade não é barreira; a voz que diz 'é tarde' é o que trava — e o livro começa desmontando ela.
Quanto ganha um UX/UI designer — e dá para trabalhar remoto recebendo em dólar?
No Brasil, salários de UX/UI costumam superar os do design gráfico tradicional, e o teto sobe muito ao atender clientes de fora do país. O autor migrou e passou a trabalhar remoto recebendo em dólar e euro para marcas como Mitsubishi, KIA e ServiceNow. A Parte IV mostra como multiplicar o valor cobrado e negociar salário, salto a salto.
Quanto tempo leva para fazer a transição para UX/UI?
Depende da sua base e dedicação, mas o livro encurta o caminho ao mostrar exatamente o que estudar, o que ignorar e em que ordem — sem promessa de vaga em 30 dias. Com o método (portfólio que conta história, primeiras conexões e a IA em cada etapa), você avança em semanas o que levaria meses tateando sozinho.
Não espere pelo reconhecimento. Vá atrás dele.
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